FINALMENTE, O OURO!

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FOTO:LUCAS FIGUEIREDO MOWA/ PRESS_PAGINAOFICIAL

Brasil e Alemanha, que juntos já venceram nove Copas do Mundo, nunca conquistaram uma medalha de ouro no torneio olímpico de futebol. A final do futebol na Rio 2016, começou movimentada no estádio do Maracanã, com as duas equipes mostrando muita vontade e aplicação tática; os jogadores demonstrando empenho nas jogadas de marcação e procuravam partir em velocidade para o campo de ataque. Ao final do jogo, na cobrança de penalidades máximas, depois do empate no tempo normal e na prorrogação, a Seleção Brasileira de Futebol , finalmente quebrava o tabu conquistando a medalha de ouro olímpica.

No início da partida, tanto Brasil quanto Alemanha procuravam o gol, mas esbarravam na eficiente marcação adversária. Tanto é que o primeiro lance efetivo de gol aconteceu apenas aos 10 minutos do primeiro tempo. Brandt arriscou de fora da área e a bola bateu no travessão do goleiro Weverton. Embora a Alemanha tenha criado a melhor chance de gol da partida até aquela altura do jogo, a Seleção Brasileira se mantinha bem postada em campo. Aos 13 minutos Luan recebeu passe de Douglas Santos, e da marca do pênalti não conseguiu força para arrematar.
Aos 17 minutos da primeira etapa, o Brasil desperdiçou cobrança de falta, interceptada pela defesa Alemã. Na sequência, Luan cruzou da esquerda, e a defesa alemã cedeu escanteio. Neymar fez a cobrança, e a defesa germânica afastou novamente. Todas as jogadas de meio-campo e ataque da Seleção passavam pelos pés de um jogador: Renato Augusto. O mais participativo no jogo até então.

Os alemães não conseguiam passar do meio-campo, enquanto os brasileiros desperdiçavam chances de arrematar ao gol. Aos 25 minutos, Neymar tentou puxar ataque, mas foi derrubado por Matias Ginter. A 28 metros da meta do goleiro Horn, Neymar cobrou com maestria, com a chapa do pé direito, Horn chegou atrasado, a bola beliscou o travessão antes de morrer no gol alemão. Brasil 1 x 0.

Aos 30 minutos, Gnabry tentou invadir a área pelo lado esquerdo da defesa brasileira, foi derrubado por Zeca, que levou cartão amarelo. Na cobrança, a bola passou pela extensão da área brasileira, na sobra Mayer bateu forte, de pé direito da marca do pênalti e Weverton fez excepcional defesa. Aos 33 minutos, Gabriel Jesus foi ajudar o setor defensivo e fez bobagem, derrubou Mayer no lado direito do ataque alemão. Após cobrança de Brandt, Selke livre de marcação, cabeceou a bola carimbando o travessão brasileiro.

A Seleção Brasileira procurava valorizar a posse de bola, trocando passes no campo de ataque, fazendo o tempo passar. E a Alemanha continuava assustando, aos 42 minutos do primeiro tempo, Meyer novamente chutou de fora da área, e Weverton defendeu após desvio em Rodrigo Caio. E o primeiro tempo terminava de forma burocrática, com as duas equipes desperdiçando muitas chances de gol, e o Brasil tendo marcado em lance de bola parada.
No último lance de ataque da primeira etapa, Gabriel foi lançado em profundidade no lado direito do ataque, mas Klostermann afastou o perigo. Em cobrança de escanteio, o Brasil não chegou a assustar, antes do apito final do árbitro.

No início da segunda etapa, o jogo continuou amarrado, com poucas chances de gol de ambas as equipes, por conta da forte marcação desenvolvida pelos times no setor de meio campo. Logo a um minuto da segunda etapa, Neymar foi tentar ajudar a defensiva brasileira, e cometeu falta em Klostermann. Gnabry chutou em cima da barreira, e no rebote Selke arrematou longe do gol de Weverton.

Os atacantes brasileiros carregavam a defensiva da Alemanha de faltas. Aos 5 minutos a segunda etapa, foi a vez de Bender derrubar Gabriel Jesus. Aos sete minutos, Neymar arrancou em velocidade pelo lado direito do ataque brasileiro, mas foi interceptado por Klostermann. A Alemanha continuava pressionando, desta vez pelo lado esquerdo do ataque. Gnabry não conseguiu domínio de bola a frente de Zeca.

Aos 13 minutos do segundo tempo, depois de duas saídas de bola erradas, a Alemanha chegaria ao empate. Mayer recebeu cruzamento da direita, a zaga brasileira ficou parada e o camisa sete da Alemanha empatou a partida. Faltava 30 minutos para o término do jogo, e a esse ponto da partida, a mesma encontrava-se indefinida. Renato Augusto, acertou chute cruzado, de fora da área, de pé esquerdo, mas o arremate saiu à direita do gol do Horn. Na sequência, Renato Augusto cruzou rasteiro da esquerda e Gabriel Jesus definiu fraquinho, a bola saiu pela linha de fundo.

Aos 22 minutos do segundo tempo o treinador alemão Horst Hrubesch, fez a primeira alteração. Bender saiu para a entrada de Proemel. Aos 25 minutos, Renato Augusto, muito participativo, tentou jogada pelo lado esquerdo da ofensiva brasileira, e conseguiu escanteio. Neymar cobrou e a zaga afastou. Na sobra, Luan fez corte em Suele, mas perdeu o equilíbrio e a chance de ampliar o marcador.
Aos 32 da segunda etapa, outra falta para o Brasil. Em jogada ensaiada, Neymar serviu Rodrigo Caio, que de cabeça cedeu passe para o centro da área, mas a zaga alemã levou a melhor. A Alemanha respondeu com conclusão de Klostermann, afastada pelo lateral Douglas Santos. A essa altura do jogo, muitos nervosismo de ambas as equipes aliado aos erros de passes.

O Brasil pressionava. Aos 33 minutos, Neymar lançou Felipe Anderson, que invadiu a área, mas demorou a chutar para o gol, e acabou desarmado pela zaga alemã. Na sequência, o próprio Felipe Anderson perdeu nova chance de finalizar a gol. A Alemanha tentava segurar a posse da bola no ataque, enquanto o Brasil buscava o contra-ataque. Aos 35 minutos, foi a vez de Gabriel Jesus finalizar errado após passe de Felipe Anderson. Ao passar do tempo, a Alemanha demonstrava frieza e o Brasil desespero. As duas equipes não conseguiam chegar ao gol, e a partida iria para a prorrogação.

Nos trinta minutos de prorrogação, o Brasil começou desperdiçando uma grande chance. Luan puxou contra-ataque, partindo com a bola dominada, chegou fintar o zagueiro alemão, mas perdeu a posse de bola. A Alemanha respondeu na sequência. Pettersen lançou Brandt, que definiu por cima da trave de Weverton. A Alemanha tocava bola no campo de defesa, enquanto o Brasil pressionava na marcação. Nenhuma das duas equipes queria arriscar, com receio de ser surpreendida e sofrer o gol. No primeiro tempo da prorrogação, o Brasil nem chegou a assustar a Alemanha.
Logo no primeiro lance do segundo tempo da prorrogação, Neymar lançou Felipe Anderson, que tentou deslocar o goleiro Horn, que saiu do gol e conseguiu impedir o gol brasileiro. A Alemanha tentou responder com Brandt, mas o avante alemão já sem força física, não conseguiu definir. A Seleção trocava passes laterais, mas não tinha sucesso para penetrar na defesa alemã. Por conta disso, Neymar tentou chute de fora da área, de pé direito e do lado esquerdo do ataque brasileiro, mas a bola subiu demais.

O time alemão, extremamente desgastado, evitava subir ao ataque e trocava bola no campo de defesa. A Seleção Brasileira então, adiantou a marcação para o campo e ataque. Rafinha recebeu bola na esquerda, definiu em cima da zaga alemã, e ganhou escanteio. O time da Alemanha defendia muito, em compensação não conseguia partir para o ataque, tendo em vista o cansaço físico evidente. A tônica dos minutos finais da prorrogação teve o Brasil atacando, e a Alemanha se defendendo. Mas o jogo terminaria empatado e a conquista da medalha de ouro seria definida na cobrança de pênaltis.

Nas cobranças, a Alemanha começou a série de cinco penalidades. Ginter bateu, Weverton acertou o canto, mas a bola entrou. Renato Augusto foi o primeiro cobrador brasileiro. O meia brasileiro bateu forte, à meia altura, e o goleiro Horn não alcançou. Gnabry bateu o segundo da Alemanha, Weverton acertou o canto, mas não segurou. O Zagueiro Marquinhos foi outro que deixou o seu, deslocou o goleiro Horn, que nem na fotografia apareceu.
Na terceira cobrança alemã, Brandt fez o mesmo com o goleiro Weverton, que nem saiu na foto. Rafinha também bateu com categoria, e Horn não conseguiu defender. O zagueiro Suele bateu mais um pênalti para Alemanha, Weverton acertou o canto, mas não conseguiu impedir o gol.

O quarto pênalti brasileiro foi cobrado com Luan. Ele deslocou Horn, goleiro de um lado, bola para o outro. Petersen bateu o último pênalti para Alemanha, no canto esquerdo e Weverton defendeu. Neymar, o melhor jogador brasileiro da atualidade, ficou com a responsabilidade de definir. Ele tomou distância e com paradinha, bateu no canto esquerdo, e Horn que escolheu o canto esquerdo, não conseguiu defender.

Finalmente, depois de mais de um século de espera, o Brasil, comandado pelo técnico Rogério Micale, conquistava a primeira medalha de ouro para o futebol olímpico brasileiro. Enfim, a superação de dois traumas no futebol brasileiro. A medalha de ouro e a Alemanha. Ambos foram superados.

Por Ivan Marconato para o site Jogo em Pauta (www.jogoempauta.com)

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Martine Grael e Kahena Kunze levam ouro na Vela

vela dem.pngO quarto ouro no Time Brasil nos Jogos Olímpicos Rio-2016 veio na Vela. A dupla Martine Grael e  Kahena Kunze subiram no ponto mais alto do pódio na categoria 49er FX ao terminar a disputa com apenas 48 pontos perdidos.

A disputa nesta quinta feira, (18), foi bem acirrada, com três duplas podendo conquistar a medalha de ouro. Além das brasileiras o barco da Espanha e da Dinamarca tinham chance. O começo da disputa foi complicado para as brasileiras que ficaram boa parte da disputa na terceira posição, mas no final valeu a experiência e o conhecimento da dupla que terminou a regata na primeira colocação com apenas dois segundos de vantagem para a dupla segunda colocada, Molly Meech e Alex Maloney da Nova Zelândia.

As brasileiras ficaram com o ouro, a dupla Meech e Maloney ficaram com a prata com 51 pontos perdidos e o bronze ficou com as dinamarquesas Hansen e Iversen que 53 pontos perdidos.

Essa foi a 18° medalha conquistada pela vela brasileira nos Jogos Olímpicos e a modalidade segue uma escrita, desde os Jogos de Atlanta-1996 que a vela brasileira conquista pelo menos uma medalha por edição.

O Brasil ocupa a 15° colocação no quadro de medalhas com quatro de ouro, cinco de prata e cinco de bronze.

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Por Matheus Furlan

ROBSON CONCEIÇÃO É OURO NO BOXE

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Foto: Reprodução/Facebook Time Brasil

A disputa pela medalha de ouro  na categoria até 60kg começou muito forte entre o brasileiro Robson Conceição e o francês Sofiane Oumiha. O brasileiro acertou uma boa sequencia de golpes no primeiro round, tanto que Conceição venceu a primeira parte da luta por 10-9.

O segundo round começou da mesma forma que o primeiro com o brasileiro trabalhando bem, mas o francês bem que tentou responder. Ambos os lutadores mostraram um bom trabalho de pernas e no final do segundo round, Conceição mais uma vez emplacou 10-9, fazendo com que o brasileiro entrasse no último round em vantagem.

Precisando reverter a situação na luta, Oumiha foi para cima do brasileiro, mas com uma boa estratégia no ringue, um bom jogo de pernas e contragolpes fortes, Robson continuou a se impor  durante os minutos finais da luta.

E como não poderia ser diferente, pela primeira vez no boxe olímpico e por decisão unânime dos juízes, o Brasil conquistou a medalha de ouro, com Robson Conceição.

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Por Matheus Furlan

 

 

primeiro ouro da história do boxe olímpico brasilerio

Sofiane Oumiha – francês

THIAGO BRAZ LEVA O OURO NO SALTO COM VARA

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Foto: Wagner Carmo/CBAt

Com direito a recorde, o brasileiro Thiago Braz conquistou nesta segunda feira a a noite, (15), a medalha de ouro no salto com vara ao transpassar a marca de 6,03m e deixar para trás o favorito da prova, o francês Renaud Lavillenie que atingiu a marca de 5,98m.

A marca do brasileiro  nos Jogos rio-2016 é o novo recorde olímpico da modalidade. Uma marca para nunca ser esquecida. Braz e Lavillenie foram trabalhando seus saltos e passando o sarrafo, medida após medida, mas nos 5,98m, o francês já havia passado e o brasileiro falhado em duas oportunidades quando o mesmo decidiu subir o equipamento em cinco centímetros.

Na primeira tentativa, Lavillenie acabou esbarrando e Braz não chegou nem perto. Na segunda tentativa, mas uma vez o francês esbarrou no sarrafo e o derrubou já Braz, como em um passe de mágica passou com sobras. O então campeão olímpico de Londres-2012, fez a sua última tentativa, mas da mesma forma que nas duas anteriores acabou por derrubar o equipamento e viu Thiago comemorar com a torcida a medalha dourada. A medalha de bronze ficou com o americano Sam Kendricks que saltou a marca de 5,85m.

Em entrevista coletiva após a conquista olímpica, Braz falou da importância da conquista. “A torcida me ajudou muito, me arrepiei na prova, fiquei emocionado, mas tentei recuperar o equilíbrio e o foco no que estava ali para fazer. Talvez se deixasse me levar não estaria com o ouro aqui hoje. Tentei pegar tudo que a torcida estava me proporcionando naquele momento para levar numa boa direção. Me ajudou muito. Acho que atrapalhou o francês sim, é uma pressão. Mas tinha uma torcida para ele também de franceses. A torcida brasileira foi extraordinária. Nós todos ganhamos uma medalha juntos”.

O Brasil agora soma 10 medalhas no quadro geral com duas de ouro, quatro de prata e quatro de bronze.

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Por Matheus Furlan

Rafaela Silva conquista primeiro ouro brasileiro

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Foto: REPRODUÇÃO TV

A judoca Rafaela Silva conquista o primeiro ouro brasileiro nas Olímpiadas do Rio, após vencer com um wazari a atleta da Mongólia Sumiya Dorjsuren, atual líder do ranking mundial. A brasileira conquistou a quarta medalha dourada olímpica no judô.

É OURO! A caminhada até aqui foi dura, mas valeu a pena. Muito obrigada pelas mensagens de apoio e pela torcida, disse a atleta brasileira em seu twitter.

Nascida na comunidade cidade de Deus – Rio de Janeiro, Rafaela é a nova campeã olímpica dos leves (57kg) do judô.

“Treinei muito depois de Londres porque não queria repetir o sofrimento. Depois da minha derrota, muita gente me criticou, disse que eu era uma vergonha para minha família, para meu país. E agora sou campeã olímpica”, comentou após a conquista. “Para uma criança que saiu da comunidade com cinco anos e começou no judô por brincadeira é demais. Eu dedico a todo mundo”, disse Rafaela ao site UOL e a Band.

Por Arthur Dafs para o site Jogo em Pauta (www.jogoem pauta.com)

Serginho e Bernardinho: líderes em busca do ouro

Serginho_divulgação

Foto: Divulgação

A quem não se lembra! aos 36 anos de idade, ele se despedia dos torcedores anunciando a sua aposentaria na Seleção Brasileira, após a medalha de prata em 2012. Considerado até os dias atuais, o melhor líbero da história do vôlei, Serginho se aposentou em alta performance – após o fim dos jogos de Londres. Na ocasião, ele preferiu que ali acabaria sua história com a camisa da Seleção.

Em 2015, o técnico Bernardinho buscava a experiência, títulos expressivos na bagagem e o melhor da posição. Para a reposição de líbero, ele simplesmente decidiu que aquele era o momento certo, de “desaposentar” o Escadinha e  traze-lo novamente a quadra da Seleção; para disputar a Liga Mundial em 2015.

Como característica marcante na carreira – do técnico colecionador de títulos pela Seleção Brasileira de vôlei, decisão e sucesso são pontos fortes em sua liderança. E mais uma vez – a decisão foi acertada,  além dos jogos na Liga Mundial, o excelente e o super experiente líbero das defesas indefensáveis, com certeza garantirá mais pontos nos jogos decisivos nas Olimpíadas do Rio.

O camisa 10, que em seu currículo com a camisa do Brasil conta uma história vencedora de 12 anos de quadra, de belas e memoráveis conquistas e medalhas. Em 2004, Serginho #10 conquistava seu primeiro ouro em jogos olímpicos junto ao time inesquecível; composto porAnderson, André Heller, André Nascimento, Dante, Escadinha, Giba, Giovani, Gustavo,Maurício, Nalbert, Ricardinho e Rodrigão – e o técnico era ele, o Bernardinho.

Bernardinho afirmou à reportagem do G1, em abril de 2015, sobre o retorno de Serginho a equipe.

“Um grande líder, que conhece os caminhos, conhece como se chega lá. E poder transmitir isso aos outros, dar o exemplo que ele sempre deu, continuar pagando o preço que é necessário a pagar, e ele está disposto a isso. Acho que isso é a coisa mais importante”.

Rotina de conquistas

Desde 2002, a Seleção masculina obteve outras importantes conquistas mundiais. E em jogos olímpicos, a marcante presença em finais e conquista de medalhas sempre foi uma marca constante de um elenco vencedor. O vôlei  masculino conquistou a medalha dourada no Panamericano de 2007 e 2011, e a medalha de prata nas Olimpíadas de Pequim e Londres.

Para as Olimpíadas no Rio, o técnico Bernardinho contará com a torcida, um fator extremamente motivacional em quadra, a super experiência para a equipe, do ídolo e líbero Serginho #10 e mais um time favorito a medalha composto por Bruninho #1, Douglas Souza #14, Éder #3, Evandro #17, Lipe #12, Lucão #16, Lucarelli #18, Maurício Borges #19, Maurício Souza #13, Wallace #4 e William #7.

Por Arthur Dafs para o site Jogo  em Pauta (www.jogoempauta.com)

Ana Marcela é bicampeã mundial nos 25 km

Foto: CBDA/Divulgação

Foto: CBDA/Divulgação

A brasileira Ana Marcela Cunha venceu neste sábado, 1, a maratona aquática de 25 km e tornou-se bicampeã mundial na categoria. Com o tempo de 5h13min47s3, Ana Marcela repetiu o feito atingido em Xangai no ano de 2011. A nadadora sempre ficou entre as primeiras colocadas disputou a vitória com a húngara Olasz até a última volta da competição, mas faltando perto de 5 km para p final, Ana Marcela assumiu a ponta e conquistou a vitória.

Em segundo lugar ficou Anna Olasz da Hungria com o tempo de 5h14min13s4 e o terceiro posto ficou com Angela Maurer da Alemanha com o tempo de 5h15min07s6. No masculino Allan do Carmo foi o 16º e Diogo Villarinho, o 18°.

Essa foi a terceira medalha da brasileira em Kazan na Rússia que havia conquistado a prata na disputa por equipes de 5 km ao lado de Allan do Carmo e Diogo Villarinho e o bronze na disputa dos 10 km.

O Brasil tem três vagas garantidas nas maratonas aquáticas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016: Ana Marcela, Allan do Carmo e Poliana Okimoto.

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por: Matheus Furlan

Basquete masculino é ouro nos Jogos Pan-americanos

Foto: Gaspar Nobrega/Inovafoto/Bradesco/CBB

Foto: Gaspar Nobrega/Inovafoto/Bradesco/CBB

Foi com muita garra, suor e trabalho e o Brasil conquistou a medalha de ouro no basquete masculino nos Jogos Pan-americanos.

A final foi diante dos donos da casa, o Canadá, mas o time brasileiro foi superior desde o começo da partida. Com uma equipe equilibrada, o Time Brasil conseguiu uma grande vantagem após anotar 26 x 13 no primeiro quarto e 22 16 no segundo quarto.

Com 19 pontos a frente no placar a equipe brasileira deu uma relaxada após o intervalo e os canadenses reagiram, anotando 25 x 19 no terceiro quarto. Com o placar mostrando 67 x 54 a favor do Brasil, o quarto quarto foi muito equilibrado, mas com os brasileiros sabendo administrar o jogo e conquistando mais uma vitória parcial 19 x 17, desta forma a partida terminou 86 x 71 a favor do Brasil que ficou com a medalha de ouro.

O Time Brasil teve três cestinhas: Augusto Lima, Larry Taylor e Rafael Hettsheimeir todos com 13 pontos na partida, mas o cestinha do jogo foi Anthony Bennett do Canadá com 18 pontos anotados.

Esta foi a sexta vez na história que o Brasil conquistou a medalha de ouro na modalidade. A última vez havia sido no Pan do Rio de Janeiro em 2007.

Uma grande performance dos brasileiros que voltam a aparecer no cenário mundial do basquete.

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por: Matheus Furlan

Dia dourado para a natação brasileira no Pan-americano

O Time Brasil foi espetacular nesta sexta feira, 17, nas piscinas canadenses. A começar pela primeira medalha de ouro feminina na natação nos Jogos Pan-americanos.

Foto: CBDA/Divulgação

Foto: CBDA/Divulgação

Etiene Medeiros de 24 anos, completou os 100 metros costas com o tempo de 59.61 e subiu no lugar mais alto do pódio. Pela primeira vez uma brasileira atinge tal feito, um verdadeiro marco. A medalha de prata ficou com Olivia Smoliga dos Estados Unidos e o bronze com Clara Smiddy também dos Estados Unidos.

Mas não foi apenas nos costas que Etiene foi bem. A brasileira conquistou a medalha de prata na disputa dos 50 metros nado livre com o tempo de 24.55. O ouro ficou com Arianna Vanderpool-Wallace de Bahamas com o tempo de 24.38. O bronze ficou com Natalie Coughlin do Canadá com o tempo de 24.66.

Foto: (Foto: Erich Schlegel/Reuters/globoesporte.globo.com

Foto: (Foto: Erich Schlegel/Reuters/globoesporte.globo.com

A natação masculina também conquistou ouro, ou melhor, uma dobradinha da disputa dos 100 metros peito com Felipe França levando a medalha de ouro com o tempo de 59.21, terceira melhor marca do mundo na categoria e novo recorde pan-americanos e a prata ficou com Felipe Lima com o tempo de 1.00.01 consumando o Brasil nos dois lugares mais altos do pódio.

Mas as medalhas não pararam por ai. Na disputa dos 100 metros costa, Guilherme Guido anotou o tempo de 53.35 e conquistou a medalha de prata, o ouro ficou com Nicholas Thoman dos Estados Unidos e o bronze com Eugene Godsoe também dos Estados Unidos.

Nos 400 metros estilo livre, Leonardo de Deus conquistou o bronze com 3.50.30. O ouro ficou com Ryan Cochrane do Canadá e a prata ficou com Ryan Feeley dos Estados Unidos e nos 50 metros livre, Bruno Fratus com o tempo de 21.91 ficou com a prata. O ouro na modalidade ficou com Josh Schneider dos Estados Unidos e o bronze com George Richard Bovell de Trinidad e Tobago.

A natação entra no seu último dia de disputas neste sábado, 18, e esperamos ver o Brasil mais vezes no lugar mais alto do pódio.

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por: Matheus Furlan

Com dois ouros no tiro, Brasil vai bem!

Foto: Warren Toda/EFE/globoesporte.globo.com

Foto: Warren Toda/EFE/globoesporte.globo.com

A sexta feira, 17, foi muito produtiva para o Time Brasil nos Jogos Pan-americanos em Toronto. Além da natação, o tiro, com duas medalhas douradas foi o destaque do dia.

A disputa da Pistola de 50 metros, Júlio Almeida (direita na foto) levou a medalha de ouro ao atingir a pontuação de 189.1 pontos, em segundo lugar com a medalha de prata  ficou Jorge Grau de Cuba com 186.8 pontos e Marki Carrillo do Peru ficou com o bronze ao atingir a  marca de 165.9 pontos.

Já na disputa da Carabina deitado de 50 metros, Cássio Rippel marcou 207,7 pontos e ficou com  o ouro e de quebra bateu o recorde pan-americano da modalidade. A medalha de prata ficou com  Michael Mcphail dos Estados Unidos com 205,5 pontos e o bronze com Michel Dion do Canadá com a marca de  183.8 pontos. Essas duas conquistas asseguraram ainda mais a presença brasileira nas disputas do tiro nos Jogos Olímpicos.

Mas as medalhas continuaram. No arco e fecha o time brasileiro formado por Marcus D’Almeida, Daniel Xavier e Bernardo Oliveira conquistaram a medalha de bronze na disputa por equipes da modalidade. O ciclismo, Gideoni Rodriguez Monteiro conquistou a medalha de bronze ficando atrás do colombiano Fernando Rendon que ficou com o ouro e Ignacio Prado do México que ficou com a prata.

Enquanto isso na luta livre na categoria até 75 kg feminina, Aline Ferreira ficou com a medalha de bronze ao derrotar a porto-riquenha por 10 x 1 na disputa pela medalha.

O Brasil segue na disputa de medalhas em diversas modalidades.

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por: Matheus Furlan