Ouro, prata, bronze ou lata?

vila olim

Foto: RIO 2016/Gabriel Heusi

A Olimpíada do Rio de Janeiro ainda nem começou, mas a pauta do jornalismo esportivo já está toda voltada para o maior espetáculo do esporte mundial. Que se repete a cada quatro anos, sempre respeitando o lema do Barão Pierre de Coubertin, que enaltecia a importância de se competir em alto nível, independentemente ou não de se conquistar medalhas.

Entretanto, ousei mencionar outro material no título dessa ponderação semanal para o Jogo em Pauta, sua crônica esportiva on-line. Matéria-prima diferente das três mais cobiçadas numa Olimpíada. Não é o ouro, nem a prata, e tampouco, o bronze. Trata-se de duas críticas, nem tão veladas assim, à organização dos Jogos Olímpicos e também à postura do Prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB- RJ) em relação aos acontecimentos que envolvem à organização da Olimpíada.

Comportamento, diga-se de passagem, digno de recebimento de uma medalha, antes mesmo das disputas começarem. Entretanto, o “metal” da medalha merecida por Paes, não é lá tão cobiçado assim.  Afinal de contas, suas declarações são merecedoras de uma medalha de “lata”.

Vamos então às críticas: a primeira, é feita em relação à brincadeira – completamente desnecessária –  do prefeito carioca ao afirmar que colocaria um canguru na porta do prédio australiano na Vila Olímpica, a fim de que a delegação daquele país, mudasse sua opinião, em relação às acomodações oferecidas aos atletas. Os australianos, por meio de seu comitê olímpico criticou as instalações da Vila Olímpica, principalmente nos aspectos relacionados às condições de higiene dos quartos, bem como vasos sanitários entupidos, pias com vazamento, e até mesmo furto de objetos no interior dos apartamentos. Eles afirmaram que o local destinado à hospedagem da delegação era  “inabitável”. Ou seja, uma construção que levou anos para ser construída, com financiamento da Caixa Econômica Federal, com um custo de R$ 2,33 Bilhões. As obras foram concluídas no final de junho, e existe a perspectiva de se conseguir retorno com a venda dos imóveis após o término dos jogos olímpicos.  Cada apartamento será vendido pela Caixa por um preço nada módico: R$ 600 mil. Uma vergonha com V MAIÚSCULO, que o país passa perante ao resto do mundo.

Felizmente, a polêmica foi encerrada após o encontro de Eduardo Paes com Kitty Chiller, chefe da delegação australiana. No encontro, Paes – num ato em que a emenda ficou pior do que o soneto-, entregou a chave da cidade do Rio de Janeiro (nenhuma delegação receberá tal mimo), e em troca recebeu um canguru de brinquedo, devidamente uniformizado com luvas de boxe.  O mal entendido, foi enfim, desfeito.  Mas o “mico” do prefeito já está famoso no mundo todo.

A segunda crítica também se refere à outra declaração- igualmente infeliz- do prefeito carioca. Em junho, Paes fez outro comentário sem qualquer propósito, ao afirmar que a cidade do Rio de Janeiro era melhor do que Londres.  Uma comparação completamente imbecil e desnecessária.  Paes foi criticado pelos ingleses, que qualificaram o ato do prefeito carioca como amargo, inútil e estúpido. E os fatos se repetem num momento em que o Rio de Janeiro está no foco das atenções do mundo inteiro. Um prato cheio para a imprensa, seja ela especializada ou não em esporte.

Mas não é nem um pouco agradável para este que vos escreve, apaixonado por esportes, criticar a organização dos jogos olímpicos às vésperas da cerimônia de abertura. Como escrevi na coluna do dia 22 de julho, que abordava o episódio lamentável da morte da onça, é preciso “esquecermos”, ao menos por ora, as lambanças da cartolagem e da falta de organização. Entretanto, jamais poderemos deixar de cobrar o governo em relação aos desmandos, e também às obras desnecessárias e superfaturadas. Afinal de contas, é esse o papel que cabe à imprensa, independentemente do jornalista pertencer ou não à editoria de esporte.

Os fatos lamentáveis devem ser mostrados e levados à opinião pública, a fim de que ela tome um posicionamento reflexivo em relação aos atos governamentais e a tudo aquilo que está errado e envolve a organização dos jogos. E tudo isso é digno de “medalha de lata”. Bom seria se, ao invés de cometer tais absurdos, falássemos apenas das conquistas, inesquecíveis e importantes para o esporte brasileiro.

Nessas horas, é bom lembrarmos da medalha de ouro, conquistada por Joaquim Cruz, no jogos de Los Angeles em 1984.  Recordarmos também a conquista de Aurélio Miguel e Rogério Sampaio no Judô, nos anos de Seul 88, e em Atlanta 96. Que nossas retinas nunca se esqueçam do primeiro ouro brasileiro num esporte coletivo, em Barcelona 92. Feito que o time feminino, da mesma modalidade, o vôlei, repetiu nos jogos de Pequim 2008 e em Londres 2012.  Ou então, projetarmos o tão sonhado ouro para o futebol masculino, que por três vezes bateu na trave, nos jogos de Los Angeles em 1984, em Seul, 1988 e também em Londres no ano de 2012, quando a medalha de prata foi conquistada.

Na minha condição de jornalista profissional diplomado, formador de opinião, não posso deixar de criticar a conduta infeliz dos organizadores, principalmente quando esta é motivo de vergonha para o país perante o resto do mundo.  E o tema da coluna de hoje foi sugestão da minha amiga Andréia Basílio, profissional da área de licenciamento e marcas no esporte.  Espero, sinceramente, que as atitudes de nossos governantes não fiquem marcadas no esporte brasileiro, cujo retrospecto e histórico é vencedor e digno de orgulho, e não de vergonha, que as recentes atitudes da prefeitura carioca nos fazem passar.

Por Ivan Marconato para o site Jogo em Pauta (www.jogoempauta.com)

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Ana Marcela é bicampeã mundial nos 25 km

Foto: CBDA/Divulgação

Foto: CBDA/Divulgação

A brasileira Ana Marcela Cunha venceu neste sábado, 1, a maratona aquática de 25 km e tornou-se bicampeã mundial na categoria. Com o tempo de 5h13min47s3, Ana Marcela repetiu o feito atingido em Xangai no ano de 2011. A nadadora sempre ficou entre as primeiras colocadas disputou a vitória com a húngara Olasz até a última volta da competição, mas faltando perto de 5 km para p final, Ana Marcela assumiu a ponta e conquistou a vitória.

Em segundo lugar ficou Anna Olasz da Hungria com o tempo de 5h14min13s4 e o terceiro posto ficou com Angela Maurer da Alemanha com o tempo de 5h15min07s6. No masculino Allan do Carmo foi o 16º e Diogo Villarinho, o 18°.

Essa foi a terceira medalha da brasileira em Kazan na Rússia que havia conquistado a prata na disputa por equipes de 5 km ao lado de Allan do Carmo e Diogo Villarinho e o bronze na disputa dos 10 km.

O Brasil tem três vagas garantidas nas maratonas aquáticas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016: Ana Marcela, Allan do Carmo e Poliana Okimoto.

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por: Matheus Furlan

Time Brasil conquista importantes medalhas.

Foto: Sergio Dutti/Exemplus/COB

Foto: Sergio Dutti/Exemplus/COB

O caratê brasileiro fez bonito nesta quinta feria, 23. Com duas medalhas de ouro e uma de bronze o país foi muito bem representado. No masculino, Douglas Brose(foto), atual bicampeão mundial chegou como favorito na categoria até 60 kg e não decepcionou, conquistou a medalha de ouro ao derrotar Jovanni Martinez da Venezuela por 4 x 0 na final.

No feminino, Valéria Kumizaki ficou com a medalha de ouro na categoria até 55 kg. Após empatar em 1 x 1 com a canadense Kate Campbell no tempo de luta, a brasileira foi declarada vencedora por decisão da arbitragem. O bronze veio com Aline Souza que acabou derrotada nas semifinais pela dominicana Ana Villanueva por 2 x 1 na categoria até 50 kg. O Brasil segue na disputa das medalhas no caratê.

No decatlo masculino, Luiz Alberto de Araujo conquistou a medalha de bronze na disputa. No arremesso de disco, Roland Julião conquistou a medalha de prata ao atingir a marca de 64.65 metros. No salto com vara, Fabiana Murer conquistou a medalha de prata ao atingir a marca de 4.80 metros. A disputa de Murer foi complicadíssima contra Yarisley Silva de Cuba e Jeniffer Suhr dos Estados Unidos, ambas medalhistas olímpicas. O ouro ficou com  a cuba e o bronze com a americana no Pan-americano.

No boxe, Rafael Duarte Lima ficou com a medalha de  bronze na categoria acima de 91 kg. Na quarta feira, 22, o Brasil também conquistou medalha de bronze no boxe com Joedison de Jesus Teixeira na categoria até 64 kg.

Ainda na quarta feria, 22, Flavia de Lima conquistou a medalha de bronze na disputa dos 800 metros com o tempo de 2.00.40 minutos. O ouro ficou com Melissa Bishop do Canadá e a prata com Alysia Montano do Estados Unidos.

Na esgrima, Ghislain Perrier conquistou a medalha de bronze. No taekwondo, Raphaella Galacho levou a medalha de bronze na categoria até 67 kg.

O Time Brasil segue fazendo bonito nos Jogos Pan-americanos de Toronto no Canadá 2015.

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por: Matheus Furlan

Time Brasil segue conquistando medalhas

Foto: Saulo Cruz/Exemplus/COB/Divulgação

Foto: Saulo Cruz/Exemplus/COB/Divulgação

A terça feira, 21, do Time Brasil foi maravilhosa. A começar pelo ouro de Juliana Paula dos Santos que anotou o tempo de 15.45.97 e venceu a disputa dos 5 mil metros no atletismo. A medalha de prata ficou com a mexicana Brenda Flores que marcou o tempo de 15.47.19 e o bronze o bronze ficou com a americana Kellyn Taylor que anotou o tempo de 15.52.78. No lançamento de dardo a brasileira Jucilene de Lima conquistou a medalha de bronze ao atingir a marca de 60.42 metros. A medalha de ouro ficou com Elizabeth Gleadle do Canadá que lançou o dardo a 62.83 metros, a prata ficou com Kara Patterson que atingiu a distancia de 61.44.

No salto triplo a brasileira Keila Costa conquistou a medalha de prata no salto trilo ao atingir a marca de 14.50 metros  de distância. O ouro ficou com a colombiana Caterine Ibarguen com a distância de 15.08 metros e o bronze ficou com a outra colombiana Iosiry Urrutia com a  distância 14.38 metros.

Não foi no atletismo o Time Brasil conquistou medalhas. Nas areias canadenses, a dupla do vôlei de praia feminino Liliane Maestrini, a Lili, e Carolina Horta, a Carol, venceram as canadenses Taylor Pischke e Melissa Humana-Paredes, por 2 sets 0, parciais de  21/9 e 21/14. As brasileiras que acabaram derrotas pelas argentinas que levaram o ouro na disputa diante de Cuba, enfrentaram uma arena lotada, mas souberam superar a pressão e conquistar mais uma importante medalha para o Brasil.

Na esgrima feminina, a brasileira Nathalie Moellhausen conquistou a medalha de bronze na disputa. A medalha de ouro na disputa ficou com Katharine Holmes  dos Estados Unidos. No tênis de mesa feminino o Brasil fez uma grande disputa. A equipe brasileira formada por Ligia Silva, Lin Gui e Caroline Kumahara acabram derrotadas pelos Estados Unidos na final de equipes por 3 x 0. A medalha de bronze ficou com as equipes do Canadá e de Porto Rico.

Foto: Jonne Roriz/Exemplus/COB/Divulgação

Foto: Jonne Roriz/Exemplus/COB/Divulgação

Se no feminino o Brasil foi prata, no tênis de mesa masculino o Time Brasil levou a medalha de ouro. O trio formado por Hugo Calderano, Thiago Monteiro e Gustavo Tsuboi venceu a equipe do Paraguai por 3 x 0, não dando a menos oportunidade aos vizinhos. A medalha de bronze ficou com as equipes do Canadá e Porto Rico.

No vôlei de praia masculino o Brasil ficou com a medalha de prata. A dupla formada por Alvaro Magliano e Vitor Araujo venceram o primeiro set diante da dupla mexicana por 21 x 18 e até começou bem o segundo set, mas acabou levando a virada na partida. 21 x 13 no segundo set e 15 x 8 no terceiro set deram a vitória por 2 sets 1 para o México e a consequentemente a medalha de ouro. O Brasil com a prata e Cuba ficou com o bronze.

Já nesta segunda feira, 20, o Brasil conquistou três medalhas, sendo uma  de prata na Ginástica Rítmica de Grupo na disputa com seis massas e dois arcos. A equipe brasileira obteve a nota de 14.692 e ficou atrás apenas dos Estados Unidos que tiveram a nota de 14.983. O bronze ficou com o Canadá que teve a nota de 13.709. As outras duas medalhas brasileiras foram bronze. O primeiro veio com Renzo Agresta na Esgrima e o segundo na Ginástica Rítmica no aparelho das fitas com Angelica Kvieczynski.

As equipes brasileiras seguem na disputa de medalhas nos Jogos Pan-americanos de Toronto no Canadá.

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por: Matheus Furlan

Time Brasil segue no caminho das medalhas no Pan-americano

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

E as medalhas continuam chegando para o Time Brasil nos Jogos Pan-americanos de Toronto. A equipe brasileira de ginástica rítmica desportiva conquistou a medalha de ouro neste domingo, 19. A equipe levou a medalha de ouro nas fitas com a nota de 15.000 e deixou a medalha de prata com os Estados Unidos e o bronze com o Canadá. Antes do ouro por equipes, Angélica Kvieczynski conquistou a medalha de bronze na disputa da ginástica rítmica com arco. A brasileira atingiu a nota de 15.358 pontos, o ouro ficou com  Laura Zeng dos Estados Unidos com 16.833 pontos e a prata com Jasmine Kerber também dos Estados Unidos, com 16.300 pontos.

No hipismo o Brasil também conquistou medalhas. O bronze no individual com Ruy Fonseca quebrou um tabu antigo. Essa foi primeira medalha em  20 anos que o Brasil conquistou no Concurso Completo de Equitação (CCE). Mas não parou por ai e na disputa do CCE por equipes, o Time Brasil levou a medalha de prata ao atingir a marca de 140.70 pontos. O grupo formado por Ruy Fonseca, Márcio Carvalho, Carlos Parro e Henrique Plombon ficou atrás apenas dos Estados Unidos que levou o ouro. O Canadá ficou com  o bronze.

Na vela o Brasil evou a medalha de bronze na classe Lightning misto. O trio Cláudio Biekarck, Gunnar Ficker e Maria Hackerott ao anotarem 47 pontos perdidos. O ouro ficou com a equipe da Argentina e a prata com a equipe dos Estados Unidos.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A jovem Ana Sátila(foto) entrou para a história da canoagem brasileira ao se tornar a primeira mulher a conquistar uma medalha de ouro em Jogo Pan-americanos. A brasileira de 19 anos subiu no ponto mais alto do pódio na categoria C1 da canoagem slalom com o tempo de 113s01.. A medalha de prata ficou com a americana Coleen Hicke, com tempo de 131s43 e a canadense l Haley Daniels, com 143s65.

Sò que o time Brasil não parou por ai e na categoria K1 masculino, Pedro da Silva com o tempo de 89s02 levou a medalha de prata. Na categoria  C1 slalom, Felipe Borges levou o bronze com o tempo de 98s41. Ana Sátila ainda conquistou mais uma medalha desta vez na categoria K1, caiaque, com o tempo de 97s94 Sátila levou a medalha de prata. Na  canoagem slalom C2, a dupla brasileira Charles Corrêa e Anderson Oliveira levou a medalha de prata com o tempo de 109s73. O ouro ficou com a dupla dos Estados Unidos e o bronze com a Argentina.

No atletismo o Brasil conquistou duas medalhas na marcha atlética. No feminino, Érica de Sena ficou com a medalha de prata na disputa dos 20 km  da marcha. A brasileira completou o percurso 1h30min03s. A mexicana  Maria González, levou o ouro com o tempo de 1h29min24s e Paola Perez do Equador com o tempo de 1h31min53s levou o bronze. No masculino, Caio Bonfim levou a medalha de bronze com o tempo de 1h24min43s. O ouro ficou com Evan Dunfee  que marcou o tempo de 1h23min06s e a prata com Iñaki Gomez com o tempo de 1h24min25s, ambos do Canadá.

No Taekwondo o Brasil conquistou medalha de bronze no feminino na categoria até 49 kg. A brasileira Iris Silva derrotou a canadense Yvette Yong por 8 x 6. Um grande resultado para a luta brasileira.

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por: Matheus Furlan

Vela, Ginástica e Pentatlo conquistam ouro. Atletismo tem a primeira medalha

Foto: Nathan Denette/Canadian Press via AP/globoesportes.globo.com

Foto: Nathan Denette/Canadian Press via AP/globoesportes.globo.com

A natação terminou, a vela também. Mas o Brasil conquistou medalhas em diversas classes.. Para começar na classe. RS:X, Ricardo Winicki apenas precisava completar a regata para ficar com o ouro e após quatro horas de espera, Bimba como é conhecido terminou a regata em terceiro lugar e conquistou o tetracampeonato na disputa.

Na mesma classe, RS:X, Patrícia Freitas venceu a última regata e conquistou o bicampeonato após vencer nova das 13 regatas disputas em águas canadenses.  Na classe  49erFX a dupla brasileira formada por Martine Grael e Kahena Kunze conquistou a medalha de prata após ficaram na segunda posição na última regata. O ouro ficou com a dupla Victoria Travascio e Maria Branz da Argentina.

Já na classe Laser, Robert Scheidt, conquistou a prata após terminar a disputa deste sábado na quinta colocação. Em, provavelmente seu último Pan-americano, Scheidt conquistou a sua quinta medalha e neste final de semana ficou atrás de Juan Aguero da Guatemala. O canadense  Lee Parkhill conquistou o bronze.

Foto: Ricardo Bufolin/ CBG

Foto: Ricardo Bufolin/ CBG

Mas as medalhas brasileiras não pararam por ai, a equipe de Ginástica Rítmica brasileira subiu no lugar mais alto do pódio. O grupo formado por Dayane Amaral, Emanuelle Lima, Jessica Sayonara Maier, Beatriz Pomini, Ana Paula Ribeiro e Regina Morgana Gmach atingiu a nota de 30.233. Os Estados Unidos ficaram com a prata e Cuba levaram o bronze na disputa.

Yane Marques também subiu no lugar mais alto do pódio na disputa do Pentatlo Moderno. A competição que tem as disputas de tiro, esgrima, natação, corrida e hipismo é uma das mais difíceis do esporte atual, pois o atleta deve ser completo em todas as modalidades. Yane Marques conquistou o ouro e seguem em acensão no esporte.

Primeira medalha no atletismo

Os Jogos Pan-americanos não param e neste final de semana começa a ser disputado o Atletismo e o Time Brasil já conquistou a primeira medalha com Adriana Aparecida que levou a medalha de prata da disputa da maratona. A medalha de ouro ficou com Glayds Tejeda do Peru que com o tempo de 2h33m03s estabeleceu o novo recorde Pan-americano.

As disputas seguem firmes e fortes no Pan-americano e o Time Brasil segue em busca de medalhas.

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por: Matheus Furlan 

Dia dourado para a natação brasileira no Pan-americano

O Time Brasil foi espetacular nesta sexta feira, 17, nas piscinas canadenses. A começar pela primeira medalha de ouro feminina na natação nos Jogos Pan-americanos.

Foto: CBDA/Divulgação

Foto: CBDA/Divulgação

Etiene Medeiros de 24 anos, completou os 100 metros costas com o tempo de 59.61 e subiu no lugar mais alto do pódio. Pela primeira vez uma brasileira atinge tal feito, um verdadeiro marco. A medalha de prata ficou com Olivia Smoliga dos Estados Unidos e o bronze com Clara Smiddy também dos Estados Unidos.

Mas não foi apenas nos costas que Etiene foi bem. A brasileira conquistou a medalha de prata na disputa dos 50 metros nado livre com o tempo de 24.55. O ouro ficou com Arianna Vanderpool-Wallace de Bahamas com o tempo de 24.38. O bronze ficou com Natalie Coughlin do Canadá com o tempo de 24.66.

Foto: (Foto: Erich Schlegel/Reuters/globoesporte.globo.com

Foto: (Foto: Erich Schlegel/Reuters/globoesporte.globo.com

A natação masculina também conquistou ouro, ou melhor, uma dobradinha da disputa dos 100 metros peito com Felipe França levando a medalha de ouro com o tempo de 59.21, terceira melhor marca do mundo na categoria e novo recorde pan-americanos e a prata ficou com Felipe Lima com o tempo de 1.00.01 consumando o Brasil nos dois lugares mais altos do pódio.

Mas as medalhas não pararam por ai. Na disputa dos 100 metros costa, Guilherme Guido anotou o tempo de 53.35 e conquistou a medalha de prata, o ouro ficou com Nicholas Thoman dos Estados Unidos e o bronze com Eugene Godsoe também dos Estados Unidos.

Nos 400 metros estilo livre, Leonardo de Deus conquistou o bronze com 3.50.30. O ouro ficou com Ryan Cochrane do Canadá e a prata ficou com Ryan Feeley dos Estados Unidos e nos 50 metros livre, Bruno Fratus com o tempo de 21.91 ficou com a prata. O ouro na modalidade ficou com Josh Schneider dos Estados Unidos e o bronze com George Richard Bovell de Trinidad e Tobago.

A natação entra no seu último dia de disputas neste sábado, 18, e esperamos ver o Brasil mais vezes no lugar mais alto do pódio.

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por: Matheus Furlan

Com dois ouros no tiro, Brasil vai bem!

Foto: Warren Toda/EFE/globoesporte.globo.com

Foto: Warren Toda/EFE/globoesporte.globo.com

A sexta feira, 17, foi muito produtiva para o Time Brasil nos Jogos Pan-americanos em Toronto. Além da natação, o tiro, com duas medalhas douradas foi o destaque do dia.

A disputa da Pistola de 50 metros, Júlio Almeida (direita na foto) levou a medalha de ouro ao atingir a pontuação de 189.1 pontos, em segundo lugar com a medalha de prata  ficou Jorge Grau de Cuba com 186.8 pontos e Marki Carrillo do Peru ficou com o bronze ao atingir a  marca de 165.9 pontos.

Já na disputa da Carabina deitado de 50 metros, Cássio Rippel marcou 207,7 pontos e ficou com  o ouro e de quebra bateu o recorde pan-americano da modalidade. A medalha de prata ficou com  Michael Mcphail dos Estados Unidos com 205,5 pontos e o bronze com Michel Dion do Canadá com a marca de  183.8 pontos. Essas duas conquistas asseguraram ainda mais a presença brasileira nas disputas do tiro nos Jogos Olímpicos.

Mas as medalhas continuaram. No arco e fecha o time brasileiro formado por Marcus D’Almeida, Daniel Xavier e Bernardo Oliveira conquistaram a medalha de bronze na disputa por equipes da modalidade. O ciclismo, Gideoni Rodriguez Monteiro conquistou a medalha de bronze ficando atrás do colombiano Fernando Rendon que ficou com o ouro e Ignacio Prado do México que ficou com a prata.

Enquanto isso na luta livre na categoria até 75 kg feminina, Aline Ferreira ficou com a medalha de bronze ao derrotar a porto-riquenha por 10 x 1 na disputa pela medalha.

O Brasil segue na disputa de medalhas em diversas modalidades.

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por: Matheus Furlan

Brasileiros seguem fazendo bonito

Foto: Saulo Cruz/Exemplus/COB

Foto: Saulo Cruz/Exemplus/COB

O Time Brasil segue fazendo bonito nos Jogos Pan-americanos  do Canadá. No levantamento de peso, Fernando Reis conquistou o bicampeonato na categoria superior a 105 kg. O atleta que levantou 427 kg deixou George Kobaladze do Canadá com a prata e Fernando Salas do Equador com o bronze. Reis é bicampeão pan-americano da modalidade, esperança de medalha para o Brasil no Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016.

Mas não foi apenas Reis que conquistou medalha no levantamento de peso masculino, Matheus Filipe Machado conquistou a medalha de prata na categoria até 105 kg. O ouro ficou com  Jesus Barrios da Venezuela e Jorge Valdez do Equador com o bronze.

No badminton o Brasil fez história ao chegar as finais da competição. No masculino a dupla Hugo Arthuso e Daniel Paiola ficaram com a prata após perderem a final para a dupla americana Chew e Pongnairat por 2 sets 0, parciais de 21 x 18 e 21 x 16.

No feminino mais uma medalha de prata com a dupla Lohaynny e Luana Vicente que perderam na final para a dupla americana Lee e Obanana por 2 sets 0, parciais de 21 x 14 e 21 x 6. Pode parecer pouco para alguns, mas essas medalhas representam e muito para esses atletas que se dedicam e não tem o menor reconhecimento de muitos.

E as medalhas seguem, Caio Souza conquistou bronze na ginástica artística, Fabiana Beltrame conquistou a prata no remo, Emerson Duarte ficou com a prata no tiro, categoria Pistola de tiro rápido de 25 metros.

Foto: globoesporte.globo.com/jogos-pan-americanos

Foto: globoesporte.globo.com/jogos-pan-americanos

Pensa que acabou, não! Na luta grego romana, Davi Albino na categoria até 98 kg ficou com a medalha de bronze ao derrotar o colombiano Oscar Loango. O ouro ficou com o cubano Yasmany Lugo.

Na disputa da final da luta grego romana feminina da categoria até 58 kg, a brasileira Joice Silva(foto) contra a cubana Yakelin Estornell que começou muito bem a disputa abrindo cinco pontos a zero sobre a brasileira que não abaixou a cabeça e descontou no final do primeiro round da luta para 5 x 4. No inicio do segundo round Silva consegue empatar e logo em seguida obtém a virada após punição sofrida pela cubana.

Estornell até tenta mais dois golpes, mas Joice se defende bem e consegue segurar o 6 x 5 até o final e garante o ouro na luta olímpica feminina na categoria até 58 kg.

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por: Matheus Furlan 

Polo Aquático masculino é prata. Feminino é bronze.

Foto: Divulgação/COB

Foto: Divulgação/COB

Nesta quarta feira, 15, terminaram as disputas do polo aquático nos Jogos Pan-americanos. A seleção masculina ficou com a medalha de prata após perder na final para os Estados Unidos por 11 x 9.

A partida que foi equilibrada desde o seu começo teve os americanos muito bem na defesa e o primeiro quarto terminou com o placar de 1 x 0 para os Estados Unidos. O segundo quarto foi mais aberto, com ambas as equipes buscando mais o ataque, só que os americanos continuaram a frente do placar após vitória por 6 x 5.

No terceiro e quarto tempo o equilíbrio voltou a imperar. Jogadas fortes de ambas as partes, e a vida dos brasileiros que já era complicada ficou ainda pior após Ives Alonso, e Josip Vrlic, jogadores de centro do Brasil serem expulsos da partida. Com parciais de 3 x 3 no terceiro tempo e 1 x 1 no quarto tempo, a partida terminou em 11 x 9 para os Estados Unidos que ficaram com ouro. O Brasil com a prata e o Canadá com o bronze após vencer a Argentina por 16 x 8.

O grande nome do Brasil no jogo foi Bernardo Gomes com três gols marcados.

Seleção feminina fica com o bronze

A seleção feminina de polo conquistou a medalha de bronze ao derrotar Cuba na disputa por 9 x 6. A partida que foi bem disputa e equilibrada começou com as meninas brasileiras vencendo o primeiro tempo por 2 x 0. O segundo e terceiro tempo foi de empate, 2 x 2 em cada um deles e no quarto e decisivo tempo, as meninas do Brasil mostraram a sua força e ganharam por 3 x 2, fechando o jogo em 9 x 6.

O destaque da partida foi Izabella Chiappini com seis gols para o Brasil. A medalha de ouro ficou com os Estados Unidos que venceu o Canadá por 13 x 4.

Parabéns as equipes brasileiras pela grande atuação na modalidade.

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por: Matheus Furlan