Com novidades, Seleção Brasileira é convocada

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Foto: Lucas Figueiredo / CBF / Reprodução Facebook CBF – oficial

Depois de um começo espetacular, conquistando duas vitórias em dois jogos, Tite convocou mais a Seleção Brasileira para os próximos compromissos diante de Bolívia e Venezuela respectivamente.

A convocação contou com seis novidades a começar pelo gol, Alex Muralha do Flamengo foi chamando, Thiago Silva do PSG e Oscar do Chelsea voltam a seleção. Firmino e Fernandinho e Douglas Costa são as demais novidades no elenco canarinho.

Confira os convocados:

Goleiros:
Alisson – Roma (Itália)
Alex Muralha – Flamengo
Weverton – Atlético-PR

Zagueiros:
Gil – Shandong Luneng (China)
Marquinhos – PSG (França)
Miranda – Atlético de Madrid (Espanha)
Thiago Silva – PSG (França)

Laterais:
Daniel Alves – Juventus (Itália)
Fágner – Corinthians
Filipe Luís – Atlético de Madrid (Espanha)
Marcelo – Real Madrid (Espanha)

Meio-campistas:
Casemiro – Real Madrid (Espanha)
Fernandinho – Manchester City (Inglaterra)
Giuliano – Zenit (Rússia)
Lucas Lima – Santos
Oscar – Chelsea (Inglaterra)
Paulinho –  Guangzhou Evergrande (China)
Philippe Coutinho – Liverpool (Inglaterra)
Renato Augusto – Beijing Guoan (China)
Willian – Chelsea (Inglaterra)

Atacantes:
Douglas Costa – Bayern de Munique (Alemanha)
Roberto Firmino – Liverpool (Inglaterra)
Gabriel Jesus – Palmeiras
Neymar – Barcelona (Espanha)

O Brasil que ocupa a segunda colocação na Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018 com enfrenta os bolivianos no dia 6 de outubro em Manuas e joga fora de casa diante dos venezuelanos no dia 11 do mesmo mês.

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Por Matheus Furlan

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Brasil sobe para 4° lugar no ranking FIFA

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Foto: Reprodução / Facebook CBF Confederação Brasileira de Futebol – oficial

As últimas apresentações da Seleção Brasileira foram muito superiores as anteriores e não é segredo para ninguém que o principal motivo para essa mudança de desempenho do time foi o técnico Tite.

Com vitórias sobre Equador (3 x 0) e Colômbia (2 x 1), o time ganhou posições no Ranking da FIFA. O time chegou ao quarto lugar, ganhando assim cinco posições e chegando aos 1.323 pontos, empatado com o Colômbia no quarto lugar.

A liderança pertence a Argentina que soma 1.646 pontos, em segundo lugar aparece a Bélgica que agora é seguida pela Alemanha. Confira os 10 primeiros colocados:

1°) Argentina – 1646 pontos
2°) Bélgica – 1369
3°) Alemanha – 1347
4°) Colômbia – 1323
4°) Brasil – 1323
6°) Chile – 1284
7°) Portugal – 1228
8°) França – 1188
9°) Uruguai – 1173
10°) País de Gales – 1161

O Brasil volta a campo agora no dia 6 de outubro diante da Bolívia, em Manaus e logo depois, no dia 11, enfrenta a Venezuela na casa do adversário, lembrando que ambas as partidas são válidas pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

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Por Matheus Furlan

CULTURA ESPORTIVA

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Foto: Comitê Paralímpico – Divulgação

O fanatismo e o interesse do torcedor por determinada modalidade esportiva, infelizmente, não são suficientes para transformá-lo num especialista em relação aquele esporte. Ainda mais num país como o Brasil, reconhecidamente comprovado pela monocultura esportiva. Afinal, o futebol ainda é o esporte mais popular do mundo, e sua massificação é confirmada também no Brasil.

Recentemente, a cidade do Rio de Janeiro sediou os Jogos Olímpicos – a maior festa do esporte mundial.  Foram 19 dias de disputa, em 306 provas com 42 diferentes modalidades. Sinceramente, algumas delas eu sequer havia ouvido falar. Esportes que nunca foram transmitidos pela televisão, pelo rádio, e até mesmo na internet. E o fato mais bacana da Olimpíada é realmente esse, ou seja, mostrar toda e qualquer modalidade esportiva ao grande público.

Entretanto, algumas modalidades muito populares entre os torcedores, carecem de maior apoio por parte de patrocinadores, sejam eles pertencentes à iniciativa privada, ou até mesmo, por parte de algumas instituições públicas.  Na verdade, a meu ver, existe uma dose muito alta de hipocrisia por parte das pessoas, quando estas cobram resultados das seleções brasileiras de determinadas modalidades, sendo que os campeonatos nacionais desses esportes sequer são divulgados pela mídia especializada em esportes, e seus eventos nacionais vivem com as arquibancadas às moscas, ou seja, quase vazias. São esportes que, infelizmente não tem nenhum apoio, seja ele financeiro, ou em termos de divulgação.

No último sábado, a emissora de rádio em que trabalho compareceu ao Ginásio do Clube Paulistano, localizado no bairro dos Jardins – um dos que o poder aquisitivo da população é considerado alto-  para cobrir o Campeonato Paulista de Basquete Masculino. Chegando no local do evento, percebi que o número de torcedores era pequeno – isso menos de 30 dias depois do Brasil sediar a Olimpíada, com jogos de basquetebol em seus ginásios completamente tomados pelo grande público, e mais: com ingresso a um preço nada convidativo, afinal de contas, o basquete pode ser considerado um esporte muito popular. Inclusive no Brasil, tendo em vista que o país já conquistou dois títulos mundiais dessa modalidade nos anos 60, além de diversas modalidades olímpicas e pan-americanas.

Em 2013, durante o curso de jornalismo esportivo e negócios do esporte, uma disciplina foi ministrada, cujo título era: “Política Nacional e Internacional do Esporte”. Entre outras premissas, a disciplina defendia que para ser bem sucedido em determinadas modalidades esportivas, deve-se inserir o esporte na cultura popular, ou seja, fazer com que essas modalidades sejam mostradas às crianças e adolescentes durante às aulas de educação física, na escola.  Logo, se isso fosse feito de maneira séria e profissional em nosso país, aposto que a nação contaria com milhares de talentos no judô, na ginástica olímpica, no basquete, no vôlei, no atletismo e em tantas outras modalidades esportivas.

Então, antes de cobrarmos resultados de determinados atletas é necessário que se dê apoio.   E o apoio deve vir de todos os setores. Do governamental, com investimento na área de educação, na disciplina de Educação Física. Dos clubes, escolas e demais entidades, remunerando e dando condições de trabalhos para que esses profissionais descubram os futuros talentos do esporte brasileiro. E, principalmente, nós, da mídia esportiva também temos de dar à mão à palmatória. Ou seja: não é apenas durante os jogos olímpicos é que devemos dar atenção e mostrarmos ao grande público essas modalidades. É preciso que tais esportes façam parte da grade diária de programação dos jornais, revistas, sites, rádios e televisão que tem o papel não apenas de divulgar o esporte, mas sim de combater a monocultura esportiva brasileira, voltada excessivamente ao futebol.

Por Ivan Marconato para o site Jogo em Pauta (www.jogoempauta.com)

SEDE DE PARALÍMPIADA, COMITÊ BRASILEIRO PROJETA 5° LUGAR NOS JOGOS

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Foto: Reprodução/Facebook Comitê Paralímpico Brasileiro – CPB – oficial

O sete de setembro, data que marca a proclamação da independência brasileira, neste ano de 2016 marcou também o início dos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro.  A delegação brasileira é considerada uma das potências do esporte paraolímpico no mundo. A expectativa do comitê brasileiro é que o desempenho nacional supere o da Paraolimpíada de Londres, em 2012. Na oportunidade, o Brasil ficou em 7 lugar nos jogos, conquistando 43 medalhas, sendo 21 de ouro, 14 de prata e 8 de bronze. Em 2016, a meta do Comitê Paraolímpico Brasileiro é chegar entre os cinco primeiros no quadro geral de medalhas.

Entre as modalidades que o Brasil é destaque está o atletismo, com destaque para Terezinha Guilhermina e Lucas Prado. Além deles, Yohansson do Nascimento é outra esperança brasileira de medalha, já que o atleta atingiu o ponto mais alto do pódio nos 200 e nos 400 metros rasos nos jogos de Londres. Na natação o Brasil também vem forte.  Daniel Dias é recordista de medalhas em competições paraolímpicas tendo conquistado 15 medalhas. Além dele, Clodoaldo Silva é outra esperança brasileira de conquista na natação.

Os Jogos Paraolímpicos Brasileiros serão disputados entre os dias 7 e 18 de setembro de 2016.  Serão 22 modalidades com 4350 atletas de 178 países.  Cerca de 2, 5 milhões de ingressos das mais diferentes modalidades ainda estão sendo comercializados pelos organizadores do evento.

Por Ivan Marconato para o site Jogo em Pauta (www.jogoempauta.com)

Brasil vence a Colômbia em Manaus

Mais uma vez mostrando um bom futebol, o Brasil conquistou uma grande vitória diante da Colômbia, na noite desta terça feira, (6), em Manaus, por 2 x 1, gols de Miranda e Neymar.

O time nacional contou com o apoio mássico da torcida e abriu o placar logo no inicio da partida. Ta certo que a seleção foi pressionada pelos colombianos em diversos momentos, afinal, a equipe do país vizinho tem grandes qualidades, mas mais uma vez, o bom trabalho do técnico Tite fez a diferença.

Com um comando espetacular, dentro e fora de campo, Tite viu o Brasil oscilar em alguns momentos, nada fora dos padrões de uma equipe que ainda crescerá muito conforme for se reunindo para a disputa das partidas. O gol de Miranda, além de outras jogadas realizadas durante a partida, mostraram que os treinamentos renderam muito.

Neymar mais uma se sobressaiu, fazendo o gol da vitória na segunda metade do segundo tempo, mostrando que o camisa 10 da seleção tem muito a aprender com Tite. Casemiro um dos mais elogiados se mostra cada vez mais importante ao esquema do treinador que exige um volante que saiba marcar muito bem e sair jogando bem. Marquinhos e Miranda podem são estarem em perfeita sintonia, mas o tempo e os treinamento se encarregaram disso.

O resultado colocou a seleção em  segundo lugar na classificação com 15 pontos, uma menos que o Uruguai que venceu o Paraguai por 4 x 0, e a frente da Argentina nos critérios de desempate. Os hermanos empataram com a Venezuela fora de casa em 2 x 2. O Brasil será convocado novamente entre os dias 15 e 20 de setembro para os compromissos diante da Bolívia e Venezuela, e o tempo necessário, a classificação para a Copa do Mundo que parecia tão distante ficou mais próxima do que nunca.

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Por Matheus Furlan

MUDANDO A SIGLA

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FOTO ARQUIVO- CBF DIVULGAÇÃO

Sinceramente, a Confederação Brasileira de Futebol, CBF, batizada ironicamente de Casa Bandida do Futebol pelo jornalista Juca Kfouri, faz jus ao “apelido”. Entretanto, pelas atitudes tomadas pela entidade máxima do futebol brasileiro, além de bandida, podemos defini-la como alguém desprovido de critério e inteligência ao organizar o próprio negócio. Por isso, do alto da minha cara de pau, ou então, da minha criatividade, como gostam de dizer aqueles que nutrem carinho pela minha pessoa, ouso mudar o significado da sigla que politicamente representa o órgão máximo do futebol nacional.

Então, façamos um esforço ou um exercício de criatividade para melhor definirmos o que venha ser a CBF. Tomando por base suas recentes atitudes, a melhor definição para a sigla, pelo menos na visão deste que vos escreve, poderia ser Como Banalizar Futebol. A bem da verdade, algumas atitudes da CBF são pouco inteligentes com o próprio produto que ela comercializa. Produto este que pode ser subdividido em duas categorias: os campeonatos organizados pela entidade e a Seleção “brasileira”.

Dois recentes episódios protagonizados pela CBF me fazem chegar a essa conclusão. O primeiro deles se refere ao Campeonato Brasileiro. No mês passado, o país sediou a maior festa do esporte mundial, e o mundo todo tinha as atenções voltadas para a cidade do Rio de Janeiro, que sediou os jogos olímpicos. Mas a CBF, do alto de sua imponência administrativa, não paralisou os jogos do campeonato brasileiro durante a Olimpíada. Aposto que as partidas do Brasileirão perderam em relação aos outros eventos, em termos de interesse do público. A meu ver, uma atitude pouco inteligente, que banalizou o próprio produto da CBF, tendo em vista que Seleção Brasileira de Futebol, disputou a Olimpíada, buscando a inédita medalha de ouro, conquistada recentemente pela equipe de Rogério Micale. Diga-se de passagem, o único título que a Seleção Brasileira ainda não tinha em seu vitorioso currículo.

Nesta semana, mais uma prova da falta de critério e sensibilidade por parte da CBF, com a disputa entre Brasileirão e Seleção Brasileira novamente na berlinda. O time brasileiro disputando jogos da eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia, mas desta feita, os jogos do Campeonato Brasileiro foram paralisados – embora a maioria dos atletas convocados para a Seleção não atuem por times brasileiros. Perceberam a falta de critério? Logo, a CBF desvaloriza dois de seus principais produtos, o campeonato brasileiro e a seleção de futebol

É por essas e outras que os clubes do futebol brasileiro precisariam se libertar da CBF. Seria muito mais prático e cômodo que a entidade cuidasse apenas dos interesses da Seleção, deixando os clubes livres para que os mesmos organizassem suas próprias ligas, administrando seus torneios e campeonatos longe da interferência da Confederação. Só assim, a entidade deixará de ser motivo de ironia por parte de colunistas malucos como este que vos escreve que ousam mudar o significado de sua sigla.

Por Ivan Marconato para o site Jogo em Pauta (www.jogoempauta.com)

EXISTE UMA LUZ!!!

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Foto: Lucas Figueiredo / CBF /Reprodução Facebook Confederação Brasileira de Futebol – CBF – oficial

Não poderia ter sido melhor a estreia do técnico Tite no comando da Seleção Brasileira. A vitória por 3 x 0 sobre o Equador, fora de casa, com gols Neymar em cobrança de  pênalti e Gabriel Jesus em duas vezes, mostraram que apesar de tudo, o futebol brasileiro não esta perdido.

Por unanimidade, o ex-treinador do Corinthians foi “convocado” para assumir a seleção nacional e após a conquista do inédito ouro olímpico, o que se esperava era ver o time verde e amarelo, que diante dos equatorianos jogou de azul e branco, mostrar um futebol vistoso e acima de tudo digno de sua história.

Claro, não podemos falar que a vitória desta quinta feira, (1), apaga todos os acontecimentos anteriores, muito menos o 7 x 1 sofrido em 2014, mas ver a seleção com Marquinhos, Paulinho, Coutinho, Gabriel Jesus dentre outros mostra que existe sim uma luz no fim do túnel para a recuperação do nosso futebol e acima de tudo da nossa honra que a muito esta manchada por uma péssima administração dos senhores do futebol nacional. Mas não quero falar sobre esses, afinal não importa o que falemos, nada mudará.

Também não sou cético a ponto de falar que a vitória sobre o Equador foi tudo às mil maravilhas, o time ainda precisa de acertos, mas com toda a certeza eles virão, ainda mais com um treinador que tem a bagagem e o conhecimento necessário para lidar com determinadas situações, e aqui quero falar não apenas em campo, mas também fora dele.

O próximo desafio é diante da “temida” Colômbia em solo brasileiro, mas acredito que podemos esperar mais uma boa apresentação da seleção, a derrota pode acontecer, claro que sim, mas se o Brasil jogar com um pouco de vontade e utilizar toda a sua malicia e a força de sua torcida, com certeza pode colocar mais três pontos na tabela de classificação das Eliminatórias

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Por Matheus Furlan

 

RAFAEL SILVA, O OBSTINADO!

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RIO DE JANEIRO – 12/08/2016 – Jud™ Masculino peso pesado + 100kg – Rafael Silva/Brasil (de branco) 110 X 0s1 Renat Saidov/Russia – Arena Carioca 2, Parque Ol’mpico. Foto: Saulo Cruz/Exemplus/COB

Quando conquistou a quarta medalha do Brasil nas Olimpíadas deste ano, o judoca Rafael Silva, o Baby, conseguiu fechar um ciclo olímpico com um trunfo que nem ele chegou a acreditar. O fato de ter sofrido uma lesão durante os preparativos para os Jogos Pan-Americanos de Toronto (em junho de 2015) e ter, em um ano, conseguido se recuperar, garantir a vaga para os Jogos e levar a medalha faz a conquista ter um gosto de superação.

Rafael, bronze nos Jogos de Londres, vinha em uma sequência muito boa de resultados em 2015. O brasileiro conseguiu dois terceiros lugares em campeonatos mundiais e era um dos favoritos para ganhar a medalha de ouro em Toronto. Porém, uma das suas maiores qualidades acabou jogando contra ele.

Obstinado, Rafael é o tipo de atleta que se dedica ao máximo nos treinos. “Ele é um atleta super disciplinado. Se falar que ele pode, que tem que ficar dando soco na parede para ganhar a medalha, ele dá soco na parede o dia inteiro. Às vezes, ele vai além do que deveria e foi por isso que se lesionou”, conta Ney Wilson Silva, gestor de alto rendimento da Seleção Brasileira de judô. O tipo de lesão não era animador: era no tendão do músculo peitoral.

Durante seis meses, o judoca não pôde demonstrar toda a garra que fez com que ele se tornasse um dos melhores atletas do mundo, mesmo tendo começado apenas com 15 anos (tardiamente para os padrões do esporte). Rafael voltou em dezembro de 2015 para os treinos. No início de 2016, chegou a participar de algumas competições. Mas os resultados não o animaram.

“A primeira competição que fiz foi bem difícil, foi em Cuba. Perdi na primeira luta. Foi bem difícil, foi bem ruim para mim. Aí pensei: vai ser difícil retornar. Mas fui dando tempo ao tempo. Fiz mais algumas competições perdendo na primeira e segunda rodada. Fui melhorando e consegui recuperar a confiança”, conta Rafael.

Às vésperas das Olimpíadas, ele não tinha certeza se participaria da competição. Apenas na última atualização do ranking mundial, ele conseguiu passar David Moura (campeão do Pan-Americano em que substituiu Rafael) e ficou com a vaga. “Aí a disputa por uma das vagas foi emocionante. No final, optamos por ele por ter um potencial de medalhas. A decisão foi acertada”, diz Ney Wilson.

Convocado, mas longe de ser favorito, Baby contou com uma equipe de suporte para chegar bem aos Jogos. Amigo de Rafael no início da carreira, o judoca Jonas Inocêncio foi um de seus companheiros nos treinos. “Eu treino com o Jonas todos os dias e ia ser mais difícil pegá-lo na competição porque ele sabe tudo que eu faço”, conta Rafael.

A confiança parecia ter voltado, mas Baby precisava de só um detalhe para conseguir a vitória: a ajuda de Ayrton Senna. Ídolo do judoca, Senna é a inspiração para toda a noite anterior às competições. “Gosto de assistir ao documentário do Senna antes de lutar. Assisti ao filme, rezei um pouco. Em toda concentração tem esse ritual. Ele é um atleta inspirador de várias gerações. É um cara que literalmente entregou a vida pelo esporte”, diz. Depois de tanta ajuda, o resultado não poderia ser outro: a medalha.

Por Luiz Morelo para o site Jogo em Pauta (www.jogoempauta.com)

Neymar, mais 10 e outras dúvidas?

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Foto: Reprodução/ Facebook CBF – Confederação Brasileira de Futebol – oficial

Depois de dois jogos modorrentos, passíveis de críticas plenamente justificáveis, de toda a crônica esportiva, inclusive da eterna parceira da Seleção – Rede Globo, e seu mais ufanista represente, Galvão Bueno-, o Brasil encerrou sua participação na primeira fase do torneio olímpico de futebol da Rio -2016. O Duelo entre Brasil x Dinamarca, marcou o confronto de dois tri-vices olímpicos; afinal de contas, tanto Brasil, quanto Dinamarca conquistaram por três vezes a medalha de prata na história do futebol masculino nos jogos olímpicos.

O técnico brasileiro, Rogério Micale, afirmara em entrevistas antes do jogo desta quarta-feira, que colocaria o time no ataque. E o resultado final do duelo contra a Dinamarca, mostrou que o treinador foi tão ousado na prática, quanto demonstrou na teoria; principalmente por conta das declarações anteriores à partida. Entretanto, muitos desconfiavam do que dizia o treinador.

Principalmente, depois do que a Seleção apresentou em seus dois primeiros jogos – um empate modorrento contra o Iraque, assim como já havia sido contra a África do Sul. O Brasil não sofrera, mas também não marcara gols. Tite, técnico da Seleção Brasileira Principal, preocupado com os rumos da Seleção Olímpica, foi conversar com o técnico Rogério Micale, e também com os jogadores. Mas será que a visita adiantou, surtiu efeito? Em matéria de futebol, é bem provável que o diálogo tenha surtido efeito. Afinal de contas, o Brasil goleou a Dinamarca por 4 a 0.

Durante o jogo, o time brasileiro efetuou boas tramas ofensivas, além de não sofrer sustos. O goleiro Weverton, sequer participou do jogo. Além disso, a torcida baiana que lotou a Arena Fonte Nova, colaborou, e muito. Afinal de contas, durante toda a partida, não se ouviam vaias vindas das arquibancadas.

E dentro de campo, o Brasil correspondeu. Aos 26 minutos da primeira etapa, Gabriel Barbosa fez o primeiro gol brasileiro na Olimpíada. Douglas Santos fez cruzamento do lado esquerdo, a bola passou pela zaga dinamarquesa e por Luan, que não acharam a bola. Mas Gabriel sim, achou a redonda. Gabigol, livre de marcação, empurrou para as redes. Foram mais de 180 minutos para que o Brasil marcasse o seu primeiro gol nos Jogos Olímpicos.

Gabriel Jesus, ampliou o marcador para o Brasil. Luan recebeu de Gabriel e cruzou da direita, e Gabriel Jesus, cara a cara com o goleiro, empurrou para o gol. Incrível. Em pouco mais de 40 minutos de jogo, o Brasil fazia o que não havia feito em 180, ou seja, dois gols. No segundo tempo da partida, Luan marcou o terceiro. Neymar cedeu passe para Douglas Santos, que novamente cedeu para Luan marcar o dele. Três a zero para o Brasil. Aos 35 da segunda etapa, o Brasil faria o quarto gol, dando números finais ao jogo. Gabriel Jesus começou a jogada, cedeu passe a Gabriel Barbosa do lado esquerdo do ataque brasileiro. E usou o pé esquerdo para bater cruzado, e fuzilar o goleiro dinamarquês.

4 a 0 para o Brasil, que produziu em um jogo, o que não havia feito em duas partidas na Olimpíada. Mas e o craque do time? Neymar, considerado por muitos o melhor jogador do futebol brasileiro, passaria em branco! Ainda não marcou um gol sequer nos Jogos Olímpicos. Será que o camisa dez do Barcelona, e da própria Seleção, é tão fundamental assim para o time brasileiro? Por que o rendimento de Neymar atuando pela Seleção, é inferior ao desempenho por ele apresentado vestindo a camisa do Barcelona? Será que, depois dos 4 a 0 diante da Dinamarca, o Brasil pode conquistar o tão sonhado ouro olímpico? São dúvidas que ainda pairam sobre a minha cabeça. Mas uma coisa é certa: o desempenho em relação aos dois primeiros jogos foi superior. Só espero que no decorrer dos jogos, e o próximo é eliminatório contra a Colômbia, no sábado, na Arena Corinthians, diante da torcida paulista – tão exigente com relação ao futebol apresentado-, seja tão satisfatório quanto fora esta do jogo contra a Dinamarca.

Por Ivan Marconato para o site Jogo em Pauta (www.jogoempauta.com)

Com apoio da torcida, Brasil derrota Sérvia no Polo Aquático

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Foto: CBDA/Divulgação

Na tarde desta quarta feira, (10), a Seleção Brasileira de Polo Aquático Masculino venceu a Sérvia por 6 x 5, com grande destaque para o goleiro brasileiro Slobodan Soro, que é sérvio naturalizado brasileiro.

A torcida também fez a sua parte, apoiando a equipe, ainda mais nos segundo finais quando após o Brasil liderar o placar por 5 x 3 e ceder o empate faltando 3:42 minutos para o término do jogo.

Com 5 x 5, as defesas se sobressaíram, o Brasil conseguiu marcar o sexto gol com Gustavo Guimarães em cobrança de penalidade, faltando 46 segundos para o término do jogo. Ta certo que a Sérvia teve a oportunidade de empatar Pijetlovic, mas com a torcida apoiando e o bloqueio do arremesso sérvio, a partida terminou em 6 x 5, uma grande vitória brasileira. O triunfo brasileiro é de uma grandiosidade enorme, pois a equipe da Sérvia vinha invicta  a 45 partidas e são os atuais campeões mundiais.

Esse foi o terceiro triunfo brasileiro no polo aquático masculino que já passou por Austrália e Japão antes de derrotar os sérvios. O Brasil volta a piscina na sexta feira, (12), diante da Grécia, às 19:30 da noite, horário de Brasília.

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Por Matheus Furlan